situacao na Siria

Pessoal

Na ZH desse domingo uma matéria sobre a Revolução Síria e a vida em Homs – a capital rebelde – estratégica entre Damasco e Aleppo – e sede de uma das refinarias que garantem suprimento de petróleo ao país.

http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a3599810.xml&template=3898.dwt&edition=18591&section=1014

 18 de dezembro de 2011 REVOLUÇÃO SÍRIA

Em Homs, berço dos protestos da Primavera Árabe no país, jovens desafiam a repressão do governo para protestar nas ruas

Berço da revolta síria, Homs é vital para o regime de Bashar al-Assad – acusado pela ONU de crimes contra a humanidade. No coração agrícola do país, a cidade conecta a capital, Damasco, no Sul, a Aleppo, ao Norte. É sede de uma das refinarias que garantem suprimento de petróleo ao país. Estratégica e simbólica, Homs está cercada por tanques e barreiras.

Na periferia, sons de tiros viraram rotina. Assim como o comércio semifechado e os funerais diários. Na sexta-feira, um protesto contra o governo teria reunido 200 mil pessoas.
– As pessoas são mortas pelos tanques, pelo exército, nas prisões, nas manifestações. Matam aleatoriamente nas ruas – descreve.

apresentacao IRAN em SP

Apresentei os highlights, historia e cultura Iraniana aqui em SP para um grupo de amigos paulistas que ja participaram de nossos Grand Tours pela Asia e simpatizantes de proximas viagens.  Acabei me estendendo por 2 horas pois sempre me entusiasmo ao falar desse país com mais de 2500 anos de história, onde floresceu o império Persa.
O Irã é um país de contrastes com o fanatismo religioso coexistindo com uma forte tradição poética, sensível produção cinematográfica, a gentileza de seu povo. O pessoal de encantou com os baixo-relevos no palacio de Dario em Persépolis e a beleza da praca de Esphahan – uma das mais belas do mundo.  Tivemos um supoer agradavel jantar depois no Grand Cru, em Moema, conversando sobre diversos temas desde paisagismo, slow food, e do fascineo das peculiariedades regionais – do interior da França às margens do Mekong.

Pensamentos de Ghandi

Acabo de ler o ótimo SARI VERMELHO de Javier Moro sobre a vida de Sonia Gandhi – viúva de Rajvi e nora de Indria, ambos ex-primeiro-ministros da India. Um ótimo romance para conhecer mais sobre a dinastia Nehru-Ghandi que conduz a política da maior democracia do mundo desde a sua independência em 1947.

Compartilho com vocês uma carta e Gandhi para Nehru - pai de Indira e avô de Rajiv – que Sonia registra no livro “não tenha medo, ponha sua fé na verdade: ouça as necessidades das pessoas, mas ao mesmo tempo assegure-se de adquirir autoridade moral suficiente para se fazer ouvir; seja democrático, mas valorize a única aristocracia que realmente importa: a nobreza de espírito”.  Um ótimo conselho para líderes e gestores.

apresento hoje os templos e mesquitas da Asia no British club

templo Budista no Nepal

palestra hoje na Reunião-jantar da AAI Brasil/RS – Associacao de Arquitetos de Interiores .
Arquitetura Religiosa da Asia no dia 5 de outubro no British Club

Beto Conte, que já percorreu 124 países nos cinco continentes, apresenta a diversidade da Arquitetura Religiosa da Ásia. Beto vai apresentar as mesquitas e o refinamento da arte islâmica do Irã, passando pelos templos Hindhus de Khajuraho na Índia, os templos Budistas no Butão, na cordilheira do Himalaia e no Laos.  O arquiteto vai mostrar as ruínas Hindhus e Budistas Khmers de Angkor e a riqueza de detalhes dos templos Jainistas do Rajastão. 

Beto Conte é  engenheiro civil e arquiteto por formação, diretor do STB agência de viagens e apaixonado por fotografia e história. Estudou nos USA e Europa, viveu um ano na Ásia e percorreu a África, partindo de Mali, no deserto do Saara, até Bottswana.

documentaria na BBC sobre a situacao na Siria

o movimentado bazar de Damasco antes das manifestacoes que movimentam o mundo arabe

acabo de assistir cena de Damasco e comentarios de 1 apresnetadora da BBC motrando o bazar e o cento historico movimentado que visitamos em fevereiro – agora, vazio de turistas.  Na epoca nossos guias nao acreditavam que as agitacoes que movimentavam o mundo árabe – da Tunisia ao Egito – afetaria o país.  As manifestacoes contra o governo de Bashar al Assad ja resultaram em quase 3000 mortos.  Desejamos ao povo Sírio que o processo para maiores direitos civis e politicos seja o menos traumatico possivel.

morre a primeira mulher africana a levar o prêmio nobel da paz

parlamento Queniano no centro de Nairobi

A ambientalista queniana Wangari Maathai, Prêmio Nobel da Paz em 2004, morreu neste domingo anos 71 anos no Hospital em Nairobi, no Quênia. O Movimento Cinturão Verde, organização que ela fundou há mais de 30 anos anunciou: “Com imensa tristeza, a família de Wangari Maathai anuncia seu falecimento depois de uma grande e valente luta contra o câncer”.
Maathai fez campanha pelos direitos humanos e capacitação das pessoas mais pobres da África. Em 2004, ela recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seus esforços para promover o desenvolvimento sustentável, democracia e paz. Foi a primeira mulher africana a levar o prêmio. Bióloga, mãe de três filhos, Wangari Maathai foi presa e ameaçada de morte por lutar pela democracia no Quênia. Nas primeiras eleições livres de seu país, foi eleita para o Parlamento e tornou-se ministra assistente do Meio Ambiente

Sessao de autografos

Hoje das 16h as 19h estarei autogrfando o LIVRO ILUSTRADO comemorativo dos 8 anos da revista Sul Sports na loja OI da Padre Chagas – estou bem feliz com minhas 12 fotos publicadas representativas da diversidade humana e arquitetonica do planeta. ate la

Minha foto preferida do registro de diversidade etnica do planeta

A era Ghadafi chega ao fim na Líbia

A Medina de Tripoli

Tenho acompanhado o desfecho da situaçao do Ghadafi que me remete ao período que estive na Libia em 2006. Na época conversei muito sobre a situação do país e seu lider com um amigo da embaixada brasileira em Tripoli.
Seguem minhas impressões da época:

LIBIA – de Septimus Severo a Ghadafi

Estive em 2006 na Líbia. Foi muito interessante pois já conhecia os seus vizinhos – Tunísia com sua ótima estrutura turística e Egito com toda herança dos Faraós do outro.  Tinha muita curiosidade em conhecer a Líbia, pois era um daqueles países em que seu nome já incita nossa imaginação com as imagens do Coronel Ghadafi, regime islâmico e socialista, envolvimento em atentados, deserto e petróleo. Jamais nos lembramos da Líbia como um país Mediterrâneo com um impressionante legado greco-romano. Como tinha um amigo em cargo diplomático por lá aproveitei para desvendar um pouco mais do país

ANTIGUIDADE

A Líbia foi uma grande surpresa para mim. Já havia visitado as ruínas de Carthago e romanas na vizinha Tunísia, mas não sabia que a primeira colônia grega foi instalada em Cirene na costa leste da Líbia no séc. VII AC. Além de templos gregos a Líbia também conserva ruínas púnicas e cidades romanas completas como Leptis Magna.

LEPTIS MAGNA

O imperador Septimus Severo, que governou o Império Romano no início do séc III, nasceu na atual Líbia. Ele transformou sua cidade natal, Leptis Magna, em uma das mais majestosas do império. Uma cidade que representava uma ideologia – o poder de Roma – e as glórias de seu mais famoso cidadão.

HISTÓRIA 

Em função de sua posição estratégica entre as rotas do deserto e os portos Mediterrâneos, e entre o Egito e o Maghreb, a região foi alvo de invasões e dominações estrangeiras ao longo de toda sua história – após os Romanos, Vândalos e Bizantinos estiveram por lá. A invasão árabe vai ser determinante nos costumes, idioma e islamização da região. O império Otomano também vai dominar o norte da África por 300 anos, e com sua queda, segue meio século de colonização italiana. Depois de um curto período de monarquia, desde 1969 o país viveu a “era Ghadafi”.

RECURSOS NATURAIS

Após 15 anos de bloqueio econômico a Líbia abriu em 2005 suas portas para o capital e tecnologia externa se aproximando dos USA. Com uma das maiores reservas de petróleo do mundo com potencial de produção de 3 milhões de barris de petróleo de alta qualidade por dia. Na época registrei em meu diiário que valeria a pena acompanhar para onde Ghadafi  conduziria seu país. A Líbia – árabe, islâmica e rica em petróleo – tinha tudo para permanecer no palco dos acontecimentos globais. E está. Desde o inicio 2011 o mundo acompanha a insurreiçao popular que levou ao fim da era Ghadafi.

Registro fotográfico nas montanhas de Las Leñas

Despedida de Las Leñas

Nos divertimos bastante deslizando na Minerva I e celebrando a semana de ski na Eros I com o complexo de hoteis de Las Leñas ao fundo.

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