A 1ª Expedição Sul Sports & STB no Valle Nevado foi 10!

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Legado poético de Neruda em Isla Negra

Viagem à cultura poética Chilena – o legado de Pablo Neruda em sua casa na praia de Isla Negra

São 120 km entre Santiago e Isla Negra, passando pelo fértil vale Curacavi com suas plantações de ameixeiras, pessegeiros, nogueiras e amendoeiras.  As árvores em flor coloridas de branco a rosa neste início de primavera. Seguido pelo Valle Casablanca renomado por seus vinhos brancos onde vale a pena visitar a cantina Emiliana, bio-orgânica.

Em Isla Negra visitamos a casa onde o Prêmio Nobel de literatura Pablo Neruda viveu seus últimos anos.  Neruda  comprou a pequena  casa em 1938 e como ele descrevia “a casa foi crescendo, como a gente, como as árvores”. As sucessivas ampliações reforçavam o contato com o mar e abrigavam suas coleções constituindo um compêndio visual e material do imaginário poético de Neruda.
As grandes janelas até o piso trazem as ondas para dentro do quarto e escrevia seus poemas em uma porta de barco trazida pelo mar.

Na volta de isla Negra paramos no povado de Pomaire onde almoçamos empanada e pastel de choclo (milho) no restaurante  Los Naranjos.

À tarde, circulamos por Santiago e à noite jantamos com uma amiga Chilena que conheci em minha primeira viagem de mochilão na região dos lagos e que sempre reencontro quando passo por Santiago.

7 de setembro, desvendando Santiago

Fizemos pela manhã um CITY TOUR SANTIAGO PANORÂMICO – um percurso pelos pontos de maior importância da cidade,  visitando os bairros elegantes que datam do século XIX, até os mais importantes e novos setores financeiros e comerciais de Santiago.

No centro antigo visitamos o “Palácio de La Moneda (1805)” com um estilo neoclássico, sede do atual Presidente da República. A  “Plaza de Armas”, fundada em 1541, lugar onde se realizaram os primeiros traços da Capital. Atualmente possui um entorno histórico, incluindo a imponente Catedral de Santiago, o correio central, o ex Palácio da Real Audiência, atual Museu Histórico Nacional e a Municipalidade de Santiago.

Passamos pelo  “Mercado Central (1872)” pré-fabricado na Europa e montado no Chile, lugar com uma pitoresca exibição de produtos do mar, numerosos restaurantes famosos por seus pratos de peixes e mariscos.

Na beira do “Rio Mapocho”, passamos pelo  “Museu Nacional de Bellas Artes”, atravessamos o boêmio bairro “Bellavista” caracterizado pela forte atividade cultural, artística, gastronômica e uma agitada vida noturna, e subimos o “Cerro San Cristóbal”  com uma magnífica vista panorâmica da cidade.

Seguimos pelos bairros de Providencia, Las Condes e Vitacura, protagonistas do crescimento e da modernidade de Santiago. Almoçamos parillada no restaurante ao ar livre La Vaquita Echa e à tarde visitamos a VINÍCOLA CONCHA Y TORO, principal produtora e exportadora de vinhos da América do Sul, fundada em 1883. Com um terreno ideal para a produção de Cabernet Sauvignon, uma das cepas mais tradicionais deste vale, o Vale do Maipo.

Além da adega desfrutamos de um belíssimo parque e da antiga casa patronal. O recorrido inclui una visita a casa privada de Don Melchor, onde está guardado o lendário Casillero del Diablo.

Tentamos reservar algum restaurante para jantar – todos lotados com brasileiros aproveitando o feriado da independência aqui em Santiago.
Sugestões de restaurantes – El Mestiço e Puerto Marisco aqui em Vitacura – um bairro nobre da cidade ao lado de Las Condes.  Muito recomendado o Aqui esta Coco. Na Providencia 1 boa dica é a sorveteria San Sebastian.

No Shopping Parque Arauco comprei na libreria Ulises o romance La razon de los amantes de Pablo Simonetti, um escritor de sucesso local,  Yo Violeta sobre a vida da cantora Violeta Parra, e Ines del Alma Mia de Isabel Allende que trata do amor de Pedro de Valdivia – fundador de Santiago em 1541.

Para quem gosta de esporte é imperdível uma passada no Mall Sports – com uma mini marina para escolher seu próximo barco, piscina com ondas para praticar surf, escalada e as melhores lojas de produtos de ski, nautico e esportes em geral.

Acabamos jantando em um restaurante da Goyenechea, em Vitracura, regado com um bom Carmenere.
Um dia bem intenso em Santiago.

Noite em Santiago

Estive aqui há muitos anos e me lembrava do bairro Boemio Bela Vista – fomos então para lá onde agora tem o Patio Bela Vista – com restaurantes e lojas para turistas. Encontrei um trabalho muito legal da artista Marcia Melendez na tenda Etnias onde suas pinturas recuperam a tradição indígena com imagens dos diferentes povos locais.

Passamos por restaurantes tradicionais na rua Constituicion – coração da Bella Vista – como o Azul Profundo, inspirado no mar, e acabamos jantando no “Como Água para Chocolate” que nos remete ao livro/filme de mesmo nome.
Estamos em Las Condes – bairro nobre da cidade – e vamos sair agora para rever a cidade.

Vista do Puerta del Sol quando desciamos a montanha